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MANIFESTO

MANIFESTO

 

Revolução é sacrifício. Tenhamos decisão. Mesmo que seja enfrentando a morte. 

Porque para viver com dignidade, para conquistar o poder para o povo, para viver em liberdade, construir o socialismo, o progresso, vale mais a disposição de ir até ao sacrifício da vida.

Comandante Carlos Marighella (5/12/1911 – ∞)

 

 

A Marighella é a Organização Política que constrói o Partido Revolucionário. De orientação marxista-leninista, A Marighella busca o Socialismo no Brasil e o Comunismo no mundo. A Marighella compreende que o Socialismo no Brasil seja o Socialismo Popular Brasileiro, isto é, o socialismo com a cara da nossa brava gente, com a cara do nosso povo, desenvolvido com as nossas raízes, mas cumprindo o destino histórico e geográfico internacionalista do Brasil na integração da Pátria Grande latino-americana, e colocando nosso país na tarefa de fomentar a internacionalização revolucionária pela emancipação humana.

​A Marighella carrega todo herói ou heroína popular, brasileira ou internacional, que tiver sido progressista. Realizando, assim, a disputa do poder simbólico. Igualmente disputado na bandeira pátria, pois o verde-amarelo é socialista, quando marcado com o sangue vermelho de luta, sangue da classe trabalhadora; e em especial, no formato da estrela internacionalista do horizonte comunista, como expresso na bandeira de nossa Organização.

Resgatar Carlos Marighella, o Comandante, eterno líder da Revolução Socialista Brasileira, é retomar a combatividade genuinamente pátria, é popularizar o discurso revolucionário socialista em meio a recente conjuntura de grandes mobilizações com multidões em convulsão desorientada.

Afirmar a indispensabilidade de organização, de pensar e agir em coletivo com centralismo democrático, com disciplina consciente, hierarquia camarada e moralidade revolucionária: são as primeiras movimentações cruciais para afastar leituras equivocadas na classe trabalhadora, e entre jovens, de que determinadas táticas, por extremo vanguardismo, são por si ferramentas revolucionárias. Pois, nada são. Afinal, tática será sempre tática. E estratégia sempre estratégia. A flexibilidade tática é fundamental para o triunfo estratégico revolucionário. Contudo, somente é ferramenta da revolução aquela que se constrói por meio de organização de vanguarda, com busca de diálogo e referência popular nas massas, e com planejamento de toda e qualquer ação. Ao esquerdismo, A Marighella supera com um programa socialista de verdade, com o ânimo concretamente revolucionário, com firmeza ideológica, sem oportunismo, com organicidade estimulada, e para além do esbravejo discursório quixotesco. Aos burocratas e pacifistas da socialdemocracia, superamos com nossa ação revolucionária.

Desde a gloriosa noite fundadora de 6 de julho de 2013, A Marighella segue a lutar pela libertação nacional, pela ruptura do sistema capitalista, e pela construção do socialismo no Brasil e do Comunismo no mundo. Destarte, surgida durante as enormes mobilizações de junho e julho de 2013, A Marighella é a continuidade da luta socialista e anti-imperialista. A Marighella, por tudo, é obra do pretérito combativo contra as injustiças e desigualdades no Brasil, na América Latina e em todo mundo. Dessa forma, não coadunamos com as visões românticas sobre aquele processo de grandes manifestações em 2013, haja vista que a voracidade imperialista estava expressa e organizada nas ruas. Mas é verdade também que lá estavam populares e comunistas dispersos à espera de uma nova Organização Política para o justo combate socialista. E para tanto, A Marighella surge pelo novo, surge para oxigenar, surge para reacender a chama do sonho socialista e incendiar a fogueira da revolução em cada ente popular. A falência dos demais partidos de esquerda, o desencontro na relação entre o povo e os partidos políticos, a crise de representatividade, tão própria da democracia burguesa, a nova ordem das mobilizações, e a urgência da construção do Partido Revolucionário, são fatores do nascedouro de nossa Organização.

Na mesma linha, sempre válido recordar que o Comandante Marighella definia bem as ações diretas com a seguinte lição “a ação faz a vanguarda”; o que é seguido pela Organização. Mais do que isso, é preciso reinventar a guerrilha. A Marighella atualiza cotidianamente o manual do Comandante e toda a sua obra teórica e prática, pois sabe que, mais do que nunca, suas ideias estiveram presentes no último período, e seguirão firmes até a tomada revolucionária.

A Marighella luta com o povo brasileiro, e assume definitivamente o aspecto combativo da cultura popular e a disputa na cultura de massas. Tudo na cultura de massas pode e deve ser instrumentalizado, tudo pode servir para conscientizar. “Trabalhar mais e mais pela base”. Jamais esquecer os reais inimigos do povo, manter forte a ofensiva nas trincheiras contra o capitalismo, combatendo os verdadeiros inimigos, o que por si já é pedagógico às massas. Igualmente pedagógico, e existencial à nova sociedade a surgir, é o combate às opressões (o racismo, o machismo, a homofobia e as demais formas de opressão) por nossas setoriais, haja vista sejam lutas integrantes à grande luta pelo socialismo.

A Marighella é organização comunista, tão logo é internacionalista. Buscamos uma Terra livre da exploração do homem sobre o homem, livre da miséria e da fome, livre das guerras imperialistas; buscamos a emancipação humana; buscamos a paz universal e o novo estágio civilizatório da humanidade. E para tanto, lutamos, primordialmente, para vencer o capitalismo no Brasil, e edificar o socialismo em nosso país, superando uma etapa fundamental de fator revolucionário.

É preciso ir muito além para tomar o poder. Nosso dever é o dever de todo revolucionário, ou simplesmente, nosso dever é fazer a revolução. O Programa Socialista Popular Brasileiro é a elaboração do que faremos após a tomada violenta do poder. É a carta programática que nos move a lutar, que nos coloca na disposição de entregar todos os nossos esforços. Eis os sinais vermelhos de avançar.

Construir o Partido Revolucionário é a nossa tarefa maior, que nada mais é do que seguir o legado vivo do Comandante Marighella; que nada mais é do que continuar a luta da ALN (Ação Libertadora Nacional) e do finado PCB (Partido Comunista do Brasil, extinto em 1967 na ocasião de seu VI e último congresso, já sob denominação de “Partido Comunista Brasileiro”), organizações das quais somos herdeiros. Simplesmente, nossa tarefa maior é concluir o que Marighella começou: fazer a Revolução Socialista Brasileira!

Vivemos para lutar e elevar A Marighella à condição de Organização de vanguarda da classe trabalhadora, então Partido Revolucionário, o Partido de Carlos! Viva o Socialismo Popular Brasileiro, o socialismo verde-amarelo! Viva a construção do Partido Revolucionário! Vida longa à Organização A Marighella!

Socialismo ou morte!

Pátria livre: venceremos!

Ao povo, sempre tudo!

À burguesia e aos corruptos da direita fantoche, nada!

Somos brasileiros, socialistas e guerrilheiros!

Brava Gente Brasileira, longe vá temor servil…

Ou ficar a Pátria livre, ou morrer pelo Brasil!

Revolução no Brasil tem um nome: A Marighella!

Não temos tempo para ter medo!